19 janeiro 2011
Os efeitos da música no nosso cérebro
A sensação prazerosa que sentimos ao ouvirmos música está associada diretamente com a liberação de dopamina no cérebro, o mesmo neurotransmissor relacionado ao prazer da alimentação, drogas ou dinheiro.
Segundo uma pesquisa divulgada na revista científica Nature Neuroscience, a dopamina age em nosso corpo reforçando alguns dos nossos comportamentos mais importantes para que assim garantam a nossa sobrevivência, como a alimentação e o sexo, ou pode ainda desempenhar um papel na motivação (recompensa por um esforço ou risco, como em apostas ou uso de drogas), o que não se sabia, no entanto, era como a substância poderia estar envolvida no prazer abstrato, como ouvir música.
Para a pesquisa, foram selecionados dez voluntários, com idades entre 19 a 24 anos, dentre uma lista de 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiam sinais de extremo prazer ao escutar música, através de aparelhos de diagnóstico por imagens, os cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, mediram a liberação de dopamina e a atividade do cérebro, ao mesmo tempo que sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.
Após os testes, os resultados indicaram que a dopamina é liberada antes mesmo do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio pico de prazer, ou seja, no auge emocional, na realidade tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões do cérebro, durante o auge do prazer é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes (como a cocaína), antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.
Como o esperado, a quantidade de liberação de dopamina no cérebro do indivíduo varia conforme a intensidade da emoção e do prazer que a pessoa está sentindo, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra" (indiferente aos voluntários).
O estudo ainda nos permite entender o porque da música ser tão explorada e de uma forma bastante eficiente por boa parte da indústria da publicidade e propaganda, ou até mesmo em filmes para induzir estados de humor, como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa e de expectativa.
Portanto, muito cuidado na hora de selecionar as músicas para ouvir, agora que você tem uma noção do impacto que ela exerce no seu cérebro e humor!
Empresas querem contratar quem tem atitude
silvia Hioka, recém-contratada como analista júnior na Roche. Ela cursou engenharia, mas gosta de finanças
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Marcos Coronato
Quem começou a trabalhar no século passado ouviu falar muito da necessidade de dominar um terceiro idioma, fazer pós-graduação ou comprovar experiência. Quem chega ao mercado de trabalho agora depara com exigências adicionais bem mais abstratas. Os jovens precisam ter a “atitude correta”, seja lá o que signifique isso. Para complicar, enfrentam uma impressão difundida pelo mercado de trabalho, justa ou injustamente, de que têm ambição demais e paciência de menos. Uma pesquisa feita pela consultoria alemã Trendence em 20 países (publicada com exclusividade por ÉPOCA) oferece um panorama mais detalhado do que as companhias querem do jovem.
Na maioria dos países, o fator “personalidade” é considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil é o terceiro da lista que mais valoriza a personalidade. Três economias gigantes e dinâmicas, Estados Unidos, China e Índia, destoam das demais. Dão prioridade mesmo é para a boa e velha competência.
As grandes empresas brasileiras, de acordo com o estudo, buscam jovens flexíveis (para assumir diferentes papéis numa organização, não necessariamente ao mesmo tempo), capazes de liderar e decidir (dentro de seu raio de atuação), com facilidade para atuar em equipe, hábeis em análise (para entender cenários amplos), empreendedores (para criar e abraçar projetos) e com “integridade pessoal e ética forte”. Essas foram as mais mencionadas entre 19 características que poderiam contribuir para o sucesso de um recém-formado numa companhia.
O clamor por ética se destacou também entre companhias da África do Sul, do México e da Turquia, mas ela foi quase ignorada em nações com maior tradição de respeito à lei como Alemanha, Bélgica e Holanda. “Em alguns países, a ética é assumida como padrão, nem se precisa falar a respeito. Em outros, como o Brasil, existe o medo da malandragem”, diz o consultor Carlos Eduardo Dias, diretor da Asap, especializada em organização de processos de estágio. Os recrutadores brasileiros consideraram menos relevantes entusiasmo, pensamento positivo, independência, bom-senso e atenção aos detalhes.
É fácil entender a busca das companhias por profissionais flexíveis. Elas enfrentam em sequência desafios pouco compreendidos, como vender para o consumidor recém-elevado à classe C, construir uma imagem de respeitadora do meio ambiente ou negociar com fornecedores chineses. “Nenhuma companhia, hoje, tem gente sobrando, esperando trabalho. Precisamos atender rapidamente às mudanças”, afirma Maurício Rossi, diretor de recursos humanos da Roche Diagnósticos. Mostrar versatilidade foi fundamental para que Silvia Hioka, estudante de engenharia na FEI, fosse contratada pela empresa. “Mostrei conhecimento de equipamentos, operações, tecnologia e também que gosto da área financeira”, diz.
Parece muita coisa para uma jovem de 24 anos, mas Silvia provavelmente não teria sido selecionada se mostrasse só qualificação técnica. A pesquisa confirmou a preocupação das empresas de encontrar a tal “atitude correta”, que envolveria uma combinação rara, principalmente entre jovens, de ambição e garra, mas também disposição para aprender e esperar. Entre 20 características que eles precisariam melhorar, destacou-se “habilidade social”. “Os graduandos têm habilidades sociais. A questão é se eles têm as habilidades sociais certas. Muitos recrutadores acham que não”, diz Caroline Dépierre, diretora de pesquisa da Trendence.
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fonte: Época
Estudo publicado pelo Facebook mostra como ser popular
Há quem diga que popularidade nas redes sociais pode ser medida pela quantidade de amigos, seguidores ou woofies. Enquanto que essa fórmula pode ser aplicada em boa parte das redes, nem sempre é verdade para todas. Mas um estudo liberado pela rede social de Mark Zuckerberg pode ajudar a mostrar como ser popular na internet, ao menos em inglês.
A equipe de análise de dados do site usou um programa de análise linguística chamado LIWC para descobrir como os usuários da rede social postam e reagem a certas atualizações. Dentre as descobertas, eles afirmam que atualizações com críticas ou palavras negativas são as que geram mais interações com os amigos, por meio de comentários. Já atualizações com palavras positivas ou religiosas são as que mais recebem Likes na rede.
O estudo também revelou que no horário da manhã os usuários da rede postam atualizações positivas mas que a partir das 14 horas esse cenário muda e elas passam a publicar atualizações com palavras relacionadas a emoções negativas, além de concluir que crianças e adolescentes postam mais atualizações com palavrões e usam mais pronomes relacionados com eles mesmos. Mas essa última conclusão não necessitava de um estudo, a meu ver.
Isso é só uma pequena amostra do fascinante estudo do Facebook, que conta com bem mais estatísticas e gráficos interessantes e pode ser lido por completo nesse link. Eles analisaram mais de 1 milhão de atualizações em inglês para criar o relatório.
Fonte: Network World
A bebida mais forte do Brasil
O universo das bebidas pode ser bem exótico mas, quando o assunto é força, nada se compara ao Everclear, a bebida mais forte do mundo.
Nos Estados Unidos o Everclear é proibido em vários estados, a legislação só é um pouco mais branda com a versão de 75% de álcool, mesmo assim, com algumas restrições. A bebida é feita com cereais de diversos tipos e não possui cor nem sabor, também é conhecida como álcool neutro e é usada para fazer coquetéis mais fortes e na produção de licores caseiros, raramente sendo consumido puro.
Até 1979 o Everclear constava no Guinness Book como a bebida mais forte do mundo, depois desse ano, todas categorias relacionadas à bebidas alcoólicas foram banidas do livro.
FONTE: http://www.linkirado.net/1132/a_bebida_mais_forte_do_mundo/
Os 10 países mais gordos do mundo 2010
Uma pesquisa realizada pelo GlobalPost utilizando dados oficiais do World Health Organization Statistics, concluiu que cada vez mais a população mundial está ficando com sobrepeso (Sério? que revelação hein!), mas um dado interessante são dos dez países onde os habitantes estão mais “gordinhos”. Confira o Top 10
- O Brasil só não tá na lista porque o salário mínimo mal dá para comprar uma cesta básica.
Estilista de Lady GaGa vai lançar nova música da cantora em desfile
"Born This Way", primeiro single do novo álbum de Lady GaGa, será divulgado só no dia 13 de fevereiro, mas daqui a dois dias o mundo vai conhecer uma faixa do aguardado material. Nicola Formichetti, estilista de GaGa, prometeu apresentar uma nova música da sua chefa durante seu próximo desfile.
Novo diretor criativo da grife Thierry Mugler, Nicola vai apresentar nesta quarta, 19, sem novo desfile ao som da nova música. “Nicola Formichetti, o novo diretor criativo da grife Thierry Mugler e stylist de Lady GaGa, pediu para a sensação pop criar uma trilha sonora exclusiva para seu desfile masculino em Paris na quarta-feira.
Ele disse para a WWD que GaGa seria a “diretora musical” do desfile. A promessa e de que ela vai fazer um remix de uma faixa inédita de seu próximo álbum, que deve sair em maio.” Mais tarde em seu twitter, Lady GaGa confirmou: “Eu sou a diretora musical do desfile de Mugler. Estou remixando/previamente uma música de “Born This Way”, adaptada para o show + vestuário.”
Jennifer Lopez é acusada de copiar música de Kat Deluna
Jennifer Lopez mal voltou à cena musical e já está sendo acusada de plágio. Sua nova música, "On The Floor", que estreou nas rádios americanas nesta semana, é semelhante, supostamente, à "Party O'Clock", de Kat Deluna.
Ambas as faixas foram produzidas por RedOne e alguns críticos e fãs apontaram que as duas possuem harmonias e letras similares.
Em "On The Floor", J.Lo canta: "Cuz London to Ibiza/Straight to L.A. New York/Vegas to Africa"; já Deluna, em "Party O'Clock" diz: "Party in Ibiza, Party in New York/All the way to Africa/Love in the Caribbean/On my way to Vegas.”
Apesar da acusação, Kat Deluna está muito feliz com a comparação e afirma ser uma grande fã de Jennifer, afirmando ao New York Daily News: "É legal que artistas como J.Lo se inspiram em meu som e estilo. Jennifer ajudou a traçar o caminho para latinas como eu. Eu a amo."
Ficou na dúvida? Veja um vídeo feito por um fã com a comparação de ambas as músicas:































